São procedentes os argumentos de David Hume contra os milagres?

O objetivo desta dissertação é investigar se os argumentos de David Hume contra os milagres são procedentes. Para isso faremos uma revisão nos temas fundamentais da filosofia de Hume, na medida em que eles refletem nos seus argumentos contra os milagres. Algumas das interpretações mais importantes s...

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Detalhes bibliográficos
Autor: BEZERRA, Leandro de Lima
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPE
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpe.br:123456789/35373
Acesso em linha:https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/35373
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Filosofia
Hume, David, 1711-1776
Epistemologia
Metafísica
Milagres
Descrição
Resumo:O objetivo desta dissertação é investigar se os argumentos de David Hume contra os milagres são procedentes. Para isso faremos uma revisão nos temas fundamentais da filosofia de Hume, na medida em que eles refletem nos seus argumentos contra os milagres. Algumas das interpretações mais importantes sobre os argumentos de Hume no ensaio “Dos Milagres” serão apresentadas, e em seguida proporemos a nossa própria formulação de tais argumentos. Defenderemos, com base em evidências textuais, que Hume argumentou tanto contra a possibilidade de milagres, como contra a racionalidade da crença em milagres. Concluiremos a nossa análise defendendo que os argumentos de Hume não são procedentes por diversas razões. Apresentaremos, ademais, um modelo plausível em que a possibilidade metafísica dos milagres se estabelece, conjuntamente com uma visão metafisicamente forte das leis naturais. Por fim, pretendemos mostrar qual é a melhor maneira de caracterizar o que um milagre é, com base nos princípios da filosofia tomista.