Contribuição à consulta pública sobre a reforma da Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98)

Documento preparado pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio, apresentado ao Ministério da Cultura em razão do processo de consulta pública sobre a reforma da Lei de Direitos Autorais brasileira. Foram oferecidos comentários às principais inovações trazidas pela proposta, que enfatiz...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Lemos, Ronaldo, Souza, Carlos Affonso Pereira de, Branco, Sérgio, Mizukami, Pedro Nicoletti, Magrani, Bruno, Moncau, Luiz Fernando, Maciel, Marília Ferreira, Ferraz, Joana Varon, Francisco, Pedro Augusto P., Protasio, Arthur, Kameda, Koichi, Magrani, Eduardo
Formato: informe técnico
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Recursos:Fundação Getulio Vargas (FGV)
Repositorio:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.fgv.br:10438/7790
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10438/7790
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Consulta pública
LDA
Lei de direitos autorais
Direitos autorais
Direito autoral
Copyright
Direito
Direitos autorais - Brasil
Brasil. [Lei de direitos autorais (1998)]
Descrição
Resumo:Documento preparado pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio, apresentado ao Ministério da Cultura em razão do processo de consulta pública sobre a reforma da Lei de Direitos Autorais brasileira. Foram oferecidos comentários às principais inovações trazidas pela proposta, que enfatiza a necessidade de se ponderar os direitos autorais com os direitos fundamentais e traz para a proteção desses direitos um viés tanto funcionalista quanto finalístico, a exemplo do que ocorre com as patentes. Entre essas inovações estão a reintrodução da cópia privada de obra legitimamente adquirida (já previso na lei anterior, de 1973); a possibilidade de mudança de formato de obra por quem a adquiriu, como, por exemplo, passar as músicas do CD para o iPod pessoal; permissão a bibliotecas, museus e cinematecas para copiar obras com o fim de preservar patrimônio cultural; a possibilidade de adaptação e disponibilização das obras para pessoas com deficiência visual; a concessão de licenças não voluntárias a fim de garantir a exploração de obras esgotadas e indisponíveis ou cujos detentores são desconhecidos ('obras órfãs'); além de exigir maior transparência e publicidade na atuação das associações de gestão coletiva de direitos autorais.