Pensamento suicida, depressão e religiosidade em uma população privada de liberdade

Objetivo: analisar a influência das variáveis sociodemográficas, de contexto prisional, religiosidade e sintomas de depressão sobre a presença do pensamento suicida em uma população privada de liberdade. Método: estudo transversal, com abordagem quantitativa, realizado com 228 participantes, a parti...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Ranuzi, Cristina, Santos, Tamires Gomes dos, Araujo, Ana Cláudia Moura Caetano, Rodrigues, Leiner Resende
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online)
Idioma:portugués
inglés
español
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/186216
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/186216
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Ideação Suicida
Prisioneiros
Depressão
Religião
Saúde Mental
Atenção à Saúde
Ideación Suicida
Prisioneros
Depresión
Religión
Salud Mental
Atención a la Salud
Suicidal Ideation
Prisoners
Depression
Religion
Mental Health
Health Care
Descripción
Sumario:Objetivo: analisar a influência das variáveis sociodemográficas, de contexto prisional, religiosidade e sintomas de depressão sobre a presença do pensamento suicida em uma população privada de liberdade. Método: estudo transversal, com abordagem quantitativa, realizado com 228 participantes, a partir de um questionário sociodemográfico, de contexto prisional e presença do pensamento suicida, da escala de Religiosidade de Duke e da Escala de Depressão, Ansiedade e Estresse (DASS-21). Resultados: as variáveis que apresentaram correlação estatisticamente significativa foram: sexo feminino, não possuir companheiro(a), trabalhar dentro da penitenciária, ser réu primário e fazer uso de medicamento controlado, sendo que o sexo feminino possui 7,2 vezes mais chances de apresentar pensamento suicida, para cada ponto a mais no escore de depressão, aumenta em 21% nas chances e não possuir companheiro(a) aumenta em três vezes as chances de pensar em suicídio. Ainda que os escores de religiosidade tenham sido elevados, não apresentaram correlação estatisticamente significativa com a presença do pensamento suicida. Conclusão: o contexto prisional é complexo e contém peculiaridades que ensejam o acometimento dos agravos à saúde mental, bem como dos pensamentos autolesivos. Considerando a relevância do assunto em questão, esse trabalho se destaca diante da escassa produção científica acerca do tema.