MOLIÈRE30 E A ARQUITETURA DO INVISÍVEL
Esse relato do acompanhamento da montagem Molière30 intenta refletir sobre as diversas camadas que se formam nos processos de criação coletiva, sobretudo quando o grupo se dispõe aos riscos oferecidos pela noção de funções flutuantes, ou seja, pela desestabilização das hierarquias. Paralelamente, bu...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Goiás (UFG) |
| Repositorio: | Arte da Cena |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.ufg.br:article/55001 |
| Acceso en línea: | https://revistas.ufg.br/artce/article/view/55001 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | processo de criação visível e invisível forma e formação |
| Sumario: | Esse relato do acompanhamento da montagem Molière30 intenta refletir sobre as diversas camadas que se formam nos processos de criação coletiva, sobretudo quando o grupo se dispõe aos riscos oferecidos pela noção de funções flutuantes, ou seja, pela desestabilização das hierarquias. Paralelamente, busca-se pensar nos trâmites entre a forma e a formação. Para tanto, o próprio acontecimento do processo é tornado aqui uma metáfora para se abordar questões relacionadas ao vazio, à ideia de uno e de manifestação do invisível. Visitando os memorais descritivos de cada um/a dos/as integrantes procura-se assinalar os vetores de força comuns ao grupo e aqueles que surgem das ações-pensamentos individuais, das possibilidades de demarcar territórios temporários e das impossibilidades de capturar o processo como um todo, ou da tentativa de assegurar as autorias. |
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