Empreendendo a sulanca: o Sebrae e o polo de confecções do agreste de Pernambuco.

Este estudo tem como principal objetivo investigar como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE, particularmente sua unidade de Caruaru, vem atuando prática e discursivamente no contexto do Pólo de Confecções do Agreste de Pernambuco. Construiram-se como desafios da pesqu...

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Detalhes bibliográficos
Autor: LIMA, Alexandre Santos.
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Recursos:Universidade Católica de Brasília (UCB)
Repositorio:Repositório Institucional da UCB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:localhost:riufcg/1734
Acesso em linha:http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/1734
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Sulanca
Agreste de Pernambuco - Feiras
Polo de Confecção - Pernambuco
Desenvolvimento Regional
Sebrae
Pólo de Confecções do Agreste de Pernambuco
Economia Regional
Regional Development of the Northeast
Ciências Sociais.
Descrição
Resumo:Este estudo tem como principal objetivo investigar como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE, particularmente sua unidade de Caruaru, vem atuando prática e discursivamente no contexto do Pólo de Confecções do Agreste de Pernambuco. Construiram-se como desafios da pesquisa: 1) elaborar uma reflexão que caracterizasse as dinâmicas sócio-produtivas do Pólo de Confecções, bem como suas tendências recentes, enquanto cluster; 2) reconstituir a trajetória do SEBRAE e como vem se dando histórica e atualmente sua prática frente àquela realidade. Para tanto, desenvolvemos os seguintes procedimentos metodológicos: uma análise bibliográfica particularmente focada sobre as temáticas do capitalismo monopolista, integração do Nordeste, desenvolvimento local/cluster e sobre o Pólo de Confecções do Agreste de Pernambuco; uma análise documental abrangendo publicações nacionais e locais referidas ao SEBRAE, bem como relatórios de autoavaliação, entre outros; entrevistas semi-estruturadas e conversas informais com gerente, gestores, consultores e empresários; observação direta, nos espaços de atividades fabris. No que diz respeito à trajetória do SEBRAE, suas origens remontam ao nascimento da SUDENE. Historicamente criado como um órgão público vinculado à SUDENE e antigo BNDE, o Núcleo de Apoio Industrial - NAI atuou desde 1967 na região Nordeste. Em 1972, foi constituído, em âmbito nacional, o Centro Brasileiro de Assistência Empresarial / Centro de Assistência Gerencial - CEBRAE/CEAG. A partir do início dos anos 1990, o mesmo passa a fazer parte do Sistema S, tornando-se SEBRAE – financiado com recursos públicos, mas com gestão privada. Nos anos recentes, o SEBRAE entra de modo sistemático na realidade do Pólo. A partir do ano de 2002, passa a agir de modo a consolidar o Pólo enquanto um Arranjo Produtivo Local. Buscamos analisar como vem se dando essa atuação, especialmente quanto às ações e discursos que o conformam enquanto agente “político”.