Max Weber, o conhecimento sociológico da história: uma interlocução com a filosofia hegeliana
Nesta dissertação, se não uma unidade, busca-se discernir ao menos uma continuidade entre as diferentes épocas do pensamento de Weber. Procuram-se as bases de sua sociologia num debate da história e, também, a singularidade de sua proposta epistemológica, mediante algumas matrizes teóricas que a ant...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2006 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/JAGF-6W8NMU |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/1843/JAGF-6W8NMU |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Max Weber sociologia filosofia hegeliana Sociologia Weber, Max, 1864-1920 Hegel, Georg Wilhelm Friedrich, 1770-1831 |
| Resumo: | Nesta dissertação, se não uma unidade, busca-se discernir ao menos uma continuidade entre as diferentes épocas do pensamento de Weber. Procuram-se as bases de sua sociologia num debate da história e, também, a singularidade de sua proposta epistemológica, mediante algumas matrizes teóricas que a antecedem nesse debate. Particularmente, é sugerido um diálogo, em que se investigam afinidades e contradições, entre os fundamentos da sociologia weberiana e a dimensão filosófica da história propugnada por G.W.F. Hegel. Através da confrontação com uma das tradições teóricas que, na Alemanha reconstruída, norteiam a discussão sobre a história, pretende-se localizar o pensamento de Weber no contexto intelectual em que é formulada sua idéia de saber sociológico. Nesse sentido, não ambicionando competir com esforços interpretativos realizados em outras direções (dos quais o mais comum talvez seja uma filiação, ainda que circunstancial, do ponto de vista weberiano a concepções teóricas kantianas ou neokantianas), e repetindo o que fez Jaspers (1977), confere-se uma identidade de historiador universal ao sociólogo que assume o espírito (entenda-se, a cultura) como matéria a ser discutida: nas ciências sociais, trata-se da intervenção de fenômenos espirituais, cuja compreensão por revivência constitui uma tarefa especificamente diferente da que poderiam, ou quereriam, resolver as fórmulas do conhecimento exato da natureza. |
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