Geomorfologia e sedimentologia glacial aplicadas na reconstrução da evolução do ambiente de deglaciação daGeleira Wanda, Ilha Rei George, Antártica

Este artigo apresenta resultados das atividades de campo realizadas durante o OPERANTAR XXVI, no verão de 2007/2008, ao longo da área de deglaciação da geleira Wanda, ilha Rei George, Antártica. A geleira tem apresentado retração glacial nas últimas décadas, resultando num ambiente sedimentar, com a...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Rosa, Kátia Kellem da, Vieira, Rosemary, Ferrando Acuña, Francisco José, Simões, Jefferson Cardia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/273131
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/273131
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sedimentacao glacial
Rei George, Ilha (Antártica)
Antártica
Antarctic
King George Island
Glacier ecology
Glacial sedimentation
Descripción
Sumario:Este artigo apresenta resultados das atividades de campo realizadas durante o OPERANTAR XXVI, no verão de 2007/2008, ao longo da área de deglaciação da geleira Wanda, ilha Rei George, Antártica. A geleira tem apresentado retração glacial nas últimas décadas, resultando num ambiente sedimentar, com a exposição de várias geoformas e depósitos. Esses registros geomorfológicos são úteis para a reconstrução da evolução deste ambiente de deglaciação. Os dados foram obtidos através da análise em laboratório dos sedimentos coletados em campo e posterior fotointerpretação de fotos aéreas (2003) na escala de 1:50.000, fornecidas pelo SHOA/SAF (Servicio Hidrográfico y Oceanográfico de la Armada de Chile/Servicio Aéreo Fotogramétrico), juntamente com a análise de imagens de satélites SPOT de diferentes anos. Os resultados mostram distintas fases de deglaciação para a geleira Wanda com uma aceleração de sua retração e perda de espessura nas últimas décadas. Registros sedimentares também indicam que a geleira possui regime termal basal úmido.