Desempenho silvicultural de algumas espécies nativas da Caatinga, na Chapada do Araripe, Pernambuco.

A região do Araripe tem consumido cada vez mais a matéria prima de base florestal, especialmente, vegetação nativa, visando atender a demanda energética, para o benefi-ciamento e transformação da gipsita. O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho silvicultural de algumas espécies nativas na...

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Detalles Bibliográficos
Autores: DRUMOND, M. A., OLIVEIRA, V. R. de, PORTO, D. D., TAVARES, J. A., CALIXTO JÚNIOR, J. A.
Tipo de recurso: capítulo de libro
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Repositorio:Repositório de Informação Tecnológica da Embrapa (Infoteca-e)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.infoteca.cnptia.embrapa.br:doc/1130092
Acceso en línea:http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1130092
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Bioma Caatinga
Chapada do Araripe
Piptadenia Obliqua
Polo gesseiro
Caatinga
Espécie Nativa
Floresta
Vegetação Nativa
Vegetação
Degradação Ambiental
Desmatamento
Mimosa
Myracrodruon Urundeuva
Silvicultura
Land degradation
Environmental degradation
Vegetation types
Descripción
Sumario:A região do Araripe tem consumido cada vez mais a matéria prima de base florestal, especialmente, vegetação nativa, visando atender a demanda energética, para o benefi-ciamento e transformação da gipsita. O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho silvicultural de algumas espécies nativas na Chapada do Araripe. O experimento foi implantado em área da Estação Experimental do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) em Araripina-PE. A área experimental foi previamente arada e gradeada, tendo sido incorporada, ao solo, 2,0 t ha?1 de calcário dolomítico. Foi feita uma adubação de fundação de 100 g cova?1 com NPK (10-80-30). As mudas foram plantadas com altura variando de 25 a 30 cm. O plantio no campo foi feito em espaçamento de 4 x 4m, com parcelas de 36 plantas. O delineamento experimental adotado foi o de blocos ao acaso com cinco repeti-ções e seis tratamentos, constituídos pelas espécies: angico (Anadenanthera colubrina), angico-de-bezerro (Piptadeniaobliqua), aroeira (Myracrodruon urundeuva), jurema-preta (Mimosa tenuiflora), pau-d?arco (Handroanthus impetiginosus) e sabiá (Mimosa caesalpi-niifolia). Aos dois anos de idade, observou-se que as espécies apresentaram altura média de 0,95m, destacando-se o sabiá, com 1,7m, seguido de jurema-preta com 1,3m, ambas diferindo significativamente entre si e das demais espécies. No outro extremo, pau d?arco, com 0,5m e aroeira com 0,3m apresentaram os menores valores, não diferindo entre si, porém significativamente inferiores às demais espécies. Quanto à sobrevivência, a média foi de 90% variando de 93% (sabiá) a 86% (aroeira), sem diferenças significativas). Aos oito anos de idade a sabiá foi a espécie que apresentou maior crescimento em altura (4,0m) superando significativamente as demais espécies excetuando a jurema-preta (3,7m), enquanto a aroeira (1,5m) e pau-d?arco (1,7m) foram significativamente menores que as demais espécies. A sobrevivência variou de 93% (sabiá) a 83% (aroeira), não diferindo estatisticamente entre si.