Autoridade profética e autoimagem em Hildegard Von Bingen
A presente dissertação tem por objeto de estudo a mística e profetisa Hildegard von Bingen (1098-1179), mais especificamente sua autoridade profética e autoimagem. A partir de suas Cartas - gênero textual considerado autobiográfico por si só - e os prólogos de seus livros visionários, procura-se ent...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UEPB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede.bc.uepb.edu.br:tede/4381 |
| Acceso en línea: | http://tede.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/tede/4381 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Atuação pública Autoimagem Autoridade profética Mulher Século XII LETRAS::TEORIA LITERARIA |
| Sumario: | A presente dissertação tem por objeto de estudo a mística e profetisa Hildegard von Bingen (1098-1179), mais especificamente sua autoridade profética e autoimagem. A partir de suas Cartas - gênero textual considerado autobiográfico por si só - e os prólogos de seus livros visionários, procura-se entender, por suas próprias palavras, como se deu a sua atuação pública; o que permitiu que alcançasse tamanha importância e influência, sendo mulher; e como ela via a si própria e ao seu ministério. Para tanto, inicia-se explicando os aspectos teórico-metodológicos da pesquisa, a escolha das Cartas como principal fonte e a plausibilidade de se falar em conceitos como “subjetividade” e “textos autobiográficos” em se tratando de uma autora medieval. Em seguida, o foco está na sua atuação pública, na sua fama de profetisa, nas “viagens apostólicas” conhecidas por suas Cartas e nas próprias Cartas trocadas com autoridades eclesiásticas e seculares, a quem muito influenciou. Destacar-se-ão que imagem a profetisa procurou passar e algumas das estratégias utilizadas para a legitimação de seu discurso e consequente aprovação das autoridades estabelecidas, como a ênfase em sua ignorância e pequenez, a obediência à ordem divina e a ênfase nas doenças e no sofrimento. Por último, se dirá como ela via a si própria e ao seu ministério. |
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