Evolução da estrutura de mercado bancário e de crédito do Brasil no período de 2001 a 2007
Com a implantação do Plano Real em julho de 1994, o setor bancário brasileiro se deparou com o fim das receitas de floating que eram obtidas através de um ambiente inflacionário. Apesar das adaptações operacionais na busca por novas fontes de receitas, a redução no número de bancos no país foi uma d...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-25022010-170207 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11132/tde-25022010-170207/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Bancos - Brasil Bank credit BanksBrazil Crédito bancário Economia industrial. Industrial Economics. |
| Sumario: | Com a implantação do Plano Real em julho de 1994, o setor bancário brasileiro se deparou com o fim das receitas de floating que eram obtidas através de um ambiente inflacionário. Apesar das adaptações operacionais na busca por novas fontes de receitas, a redução no número de bancos no país foi uma das conseqüências mais notáveis, sendo que este processo teve incentivo até mesmo do governo (federal e estadual) através de programas como Proer e Proes. Aliado a isso, as altas taxas de juros cobradas sobre empréstimos, os elevados spreads, os significativos reajustes das tarifas de serviços, o escasso crédito e os altos lucros do setor, fizeram surgir conjecturas sobre o grau de concentração e poder de mercado dos bancos no Brasil. Contudo, a maioria dos estudos sobre a estrutura de mercado do setor bancário no país não indicaram estruturas extremas (oligopólio ou concorrência perfeita), sendo que em vários trabalhos o mercado de crédito se tornou menos concentrado de 1995 até começo da década seguinte, mas não se chegando ao consenso sobre a situação do mercado bancário no país. Além do que, os trabalhos apresentados na revisão bibliográfica utilizaram em sua maioria variáveis como ativo, patrimônio líquido, crédito e depósito para o cálculo do grau de concentração de mercado, sendo que dessa forma os bancos possuiriam o mesmos focos de atuação. A partir disso, o presente trabalho visa atualizar essa temática, tendo como referência o período de 2001 a 2007. Utilizando-se das divisões e subdivisões das contas do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional Cosif, procurou-se mensurar o grau de concentração e desigualdade das rendas obtidas por cada instituição, agrupadas em contas do mercado bancário e de crédito, através dos Índices Herfindahl-Hirschmann - HHI e T de Theil respectivamente. Adotando essa abordagem, procurou-se considerar que nem todas as instituições financeiras atuam com a mesma intensidade em todos os segmentos de mercado e são concorrentes entre si. Os resultados obtidos por este estudo mostraram que o mercado bancário brasileiro, quando considerado separadamente por contas, apresentou diferentes graus e distintas evoluções de concentração e desigualdade das rendas. Destacando-se o mercado de crédito, que quando subdividido, além de já apresentar-se concentrado no ano de 2001 na grande maioria de suas contas, mostrou crescimento do grau de concentração e de desigualdade no período 2001-2007. |
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