Educação na contemporaneidade: as mídias digitais como processo de ensino/aprendizagem na cibercultura
A presente pesquisa do curso de Mestrado em Educação da Universidade Estadual Paulista tem por objetivo estudar de forma analítica e qualitativa as possibilidades de aplicação das mídias digitais no processo de ensino/aprendizagem na disciplina de História. Um dos desafios que se encontra posto nos...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/180794 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/180794 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Mídia digital Cibercultura História Ensino/aprendizagem Digital media Cyberculture History Teaching/learning |
| Sumario: | A presente pesquisa do curso de Mestrado em Educação da Universidade Estadual Paulista tem por objetivo estudar de forma analítica e qualitativa as possibilidades de aplicação das mídias digitais no processo de ensino/aprendizagem na disciplina de História. Um dos desafios que se encontra posto nos dias atuais na instituição escolar é, como usar dessa nova linguagem para a transmissão de conhecimento na era da informação? Para tal problemática, trilhamos pelo caminho metodológico da pesquisa-ação em Thiollent (2007) para averiguar como é possível utilizar os celulares dos alunos de uma sala de oitavo ano no processo de ensino/aprendizagem. Com isso, debruçamos-nos em estudar os conceitos de internet, de ciberespaço e de cibercultura recorrendo aos aportes teóricos de Santaella (2002, 2010), Lemos (2013, 2018) como também de Lévy (1996, 1998, 1999). Juntos, percebemos que estamos imersos a um novo universo que por sua vez engendrou novas identidades culturais, isto posto, analisou-se esse fenômeno a partir da escola sociológica de Hall (2011) e Silva (2014) junto com Prensky (2011) e Gasser (2010) e compreendemos quais são essas novas identidades culturais; os Imigrantes e Nativos Digitais. Feito isso, a procura de respostas entre o discurso e a prática, levou-nos a ler analiticamente, como os documentos oficiais que legislam sobre educação no Brasil tratam o trabalho de ensino/aprendizagem com as mídias digitais no processo, então, emprestando das falas de Hobsbawm, é quase que uma “invenção da tradição”. Concomitantemente, de maneira furtiva, buscamos delinear a trajetória do ensino de História como campo de conhecimento próprio, ou seja, a história da História para que repensemos seu papel junto a sociedade que vive na era da informação. Por fim, como última etapa da pesquisa-ação, a de deixar uma cultura no ambiente social, desenvolveu-se, para o aluno, uma régua didática de passo a passo de como se fazer pesquisa na internet utilizando-se de sites históricos. |
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