Insuflação uterina com ozônio em éguas com endometrite induzida por lipopolissacarídeo de Escherichia Coli
O objetivo deste estudo foi avaliar se aplicações de insuflação uterina com ozônio, em éguas induzidas à endometrite com o uso de Lipopolissacarídeo (LPS) de Escherichia coli (E. coli), é capaz de reduzir o número de células inflamatórias no útero. Foram utilizadas 20 éguas, submetidas a exames cito...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Lavras (UFLA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFLA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufla.br:1/50097 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/50097 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Medicina Veterinária Ozonioterapia Equinos - Endometrite Equinos - Reprodução Insuflação uterina Ozone therapy Equines - Endometritis Horses - Reproduction Uterine insufflation |
| Sumario: | O objetivo deste estudo foi avaliar se aplicações de insuflação uterina com ozônio, em éguas induzidas à endometrite com o uso de Lipopolissacarídeo (LPS) de Escherichia coli (E. coli), é capaz de reduzir o número de células inflamatórias no útero. Foram utilizadas 20 éguas, submetidas a exames citológicos, biópsia e cultura, alocadas aleatoriamente em três tratamentos: Tratamento Ozônio1 (TO1), consistiu na aplicação do gás diretamente no útero, através de insuflação por 6 minutos, na concentração de 35 mg/mL, com fluxo de 0,25 L/mm e sendo disponibilizados 1,5 litros de gás para cada animal; Tratamento Ozônio2 (TO2), foi mesmo procedimento do tratamento 1, porém, realizado em dois dias consecutivos; e Tratamento 3 Controle negativo (TCN), em que os animais não receberam LPS, mas somente uma aplicação de ozônio, como no tratamento 1. Foram realizadas duas avaliações, a primeira comparando os tratamentos e a segunda comparando as citologias dentro de cada um dos tratamentos. Na primeira análise (entre tratamentos) as 4 primeiras citologias tiveram valores semelhantes, porém na citologia 5 os valores de polimorfonucleares (PMNs) foram diferentes (P=0.01), sendo TO1 (0.21±2.7) e TO2 (10.6±2.9). Na segunda análise o número de PMNs foi menor (P = 0.01) na citologia 1 do TO1 (0.77±2.5), comparado com as citologias 2, 3 e 4 (8.86±2.5, 7.58±2.5 e 11.26±2.5, respectivamente, e na citologia 5 no número de PMN foi semelhante a citologia 1 (P = 0.01) 0.21±2.5 demostrando o possível efeito do ozônio. No TO 2, os resultados para PMNs também diferiram (P<0.001), sendo que para as citologias 1,2,3,4,5 e 6 os valores foram 0.36±3.12, 10.90±3.12, 3.30±3.12, 16.86± 3.12, 10.57±3.12 e 0.07±3.12, respectivamente. E no TCN os valores de PMNs foram diferentes (P=0.002), sendo que nas citologias 1, 2 e 3 a média de PMNs foi de 0.82±1.3, 10.38±1.3, 0.18±1.3 respectivamente. Amostras de biópsia e cultura foram coletadas no D0 e D4, as análises histopatológicas não foram diferentes entre os grupos avaliados. Em relação a cultura, no TO1, 12.5% dos animais que possuíam bactérias no cultivo 1 se tornaram negativos para o cultivo 2 (após a aplicação do gás), e no TO2 28.6%. Os resultados sugerem que apenas uma aplicação de O3 suficiente para diminuir a quantidade de PMNs nas amostras citológicas, sendo benéfico para o tratamento de endometrites, e que, duas aplicações foram mais eficientes em relação à diminuição da quantidade de microrganismos na cultura. |
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