Atividade antioxidante do extrato etanólico de sementes e vagens de Caesalpinia echinata / Antioxidant activity of Caesalpinia echinata ethanolic extract of seeds and pods

A espécie Caesalpinia echinata Lam (Caesalpinia echinata), conhecida popularmente como Pau Brasil , é uma espécie pertencente à Família Fabaceae e é nativa da Mata Atlântica.  Na medicina popular, o espécime é relatado como adstringente, cicatrizante, odontoálgico, tônico, além de apresentar ativida...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Xavier, Yhasminie Karine da Silva, dos Santos, Elizabete Regina Silva Lucena, de Souza, Cleidiane Silva Vieira, de Souza, Fernanda Aguiar, Ferreira, Anne Maely Maria de Sales, de Souza, Ivone Antônia, Maia, Carina Scanoni
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2020
País:Brasil
Recursos:Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP)
Repositório:Brazilian Journal of Health Review
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/16310
Acesso em linha:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/16310
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Caesalpinia echinata
DPPH
Antioxidantes.
Descrição
Resumo:A espécie Caesalpinia echinata Lam (Caesalpinia echinata), conhecida popularmente como Pau Brasil , é uma espécie pertencente à Família Fabaceae e é nativa da Mata Atlântica.  Na medicina popular, o espécime é relatado como adstringente, cicatrizante, odontoálgico, tônico, além de apresentar atividades antioxidantes, anti-inflamatórias e antiangiogênicas (AGUIAR & PINHO, 1996; GOMES et al., 2014; SILVA, 2001) Visando isto, o objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial antioxidante do extrato etanólico obtido através da mistura de sementes e vagens de Caesalpinia echinata (EESVCe) pelo método DPPH. Para realizar este ensaio, as amostras foram preparadas pela adição de 1 mL de solução de DPPH (60 µM, Sigma, Germany) em 2,5 mL de solução de extrato, o qual foi diluído em etanol nas concentrações 50, 100 e 200 ?g/mL. Como resultado foi verificado que o aumento do índice de atividade antioxidante foi dose dependente em relação as concentrações do extrato, sugerindo que o extrato tenha compostos com a capacidade de estabilizar os radicais livres. Em suma, Os resultados obtidos no presente estudo demonstraram que o EESVCe é capaz de inibir a atividade oxidante de DPPH. Evidenciando assim a intensidade da ação antioxidante demonstrada pelas plantas.