Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

Para dar suporte à implementação do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose no Estado do Mato Grosso do Sul, foi realizado um estudo para caracterizar a situação epidemiológica da brucelose bovina. Considerando as características regionais da produção pecuária, foram d...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Chate, Sabrina Caruso
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-21092010-140658
Acesso em linha:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-21092010-140658/
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Bovinos
Brasil
Brazil
Brucellosis
Brucelose
Cattle
Mato Grosso do Sul
Prevalence
Prevalência
Descrição
Resumo:Para dar suporte à implementação do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose no Estado do Mato Grosso do Sul, foi realizado um estudo para caracterizar a situação epidemiológica da brucelose bovina. Considerando as características regionais da produção pecuária, foram definidos três estratos a serem estudados no Estado: Pantanal corte, Planalto corte e Planalto leite, esse último subdividido em Bolsão, Campo Grande e Dourados . Em cada estrato foram amostradas aleatoriamente propriedades, e dentro dessas foi escolhido, também de forma aleatória, um número pré-estabelecido de animais, dos quais foi obtida uma amostra de sangue. No total foram amostrados 14.849 animais, provenientes de 1.004 propriedades. Em cada propriedade amostrada foi aplicado um questionário epidemiológico indagando sobre suas características e também sobre a observação de transtornos reprodutivos que poderiam estar associados à infecção brucélica. O teste utilizado foi o do Antígeno Acidificado Tamponado. O rebanho foi considerado positivo se pelo menos um animal fosse reagente à prova sorológica. Para o Estado, a prevalência de focos foi de 41,5% [36,5% - 44,7%]. As prevalências de focos e animais nos estratos foram respectivamente de: 59,0% [52,8% - 64,9%] e 12,6% [9,1% - 17,2%] para o estrato Pantanal corte, 40,6% [35,8% - 45,5%] e 4,5% [2,1% - 9,0%] para o Planalto corte. No estrato Planalto leite, a prevalência de focos foi de 33,1% [28,4% - 38,1%]. Os fatores associados à condição de foco foram: ter ≥ 500 vacas (OR = 2,46 [1,81 - 3,34]), a ocorrência de bezerros fracos (OR = 1,20 [0,87 - 1,65]) e a inseminação artificial (OR = 0,71 [0,50 - 1,01]).