Turma 1967-1970: vestindo a pele da memória
Nacionalmente, os movimentos estudantis, nos planos secundário e universitário, sofreram pressões e repressões. Líderes foram presos. Assembléias estudantis e passeatas aconteciam mesmo sendo proibidas e reprimidas. Evidentemente, que essas medidas contribuíram para que muitos estudantes, por medo,...
| Autores: | , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | capítulo de libro |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufc.br:riufc/40645 |
| Acceso en línea: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/40645 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | FACED Curso de Pedagogia da UFC Jubileu dos 50 anos Turma de Pedagogia 1967-1970 |
| Sumario: | Nacionalmente, os movimentos estudantis, nos planos secundário e universitário, sofreram pressões e repressões. Líderes foram presos. Assembléias estudantis e passeatas aconteciam mesmo sendo proibidas e reprimidas. Evidentemente, que essas medidas contribuíram para que muitos estudantes, por medo, sequer participassem das manifestações da categoria. A ditadura que se instalara no País deixava rastros de destruição. Perseguições, prisões, torturas, assassinatos. Houve ainda os que se exilaram por absoluta falta de condições de atuação e sobrevivência. Professores e alunos eram levados a silenciar, a temer expor suas posições. Era um momento de muito medo e recuo. A política de exceção influenciou toda a estrutura acadêmica de nossa universidade, determinando alterações curriculares que dificultavam a formação de turmas, já que as disciplinas passaram a ser semestrais,o que gerava a dispersão de grupos originalmente coesos. [...] |
|---|