Carbon regeneration in the Cariaco Basin, Venezuela

A regeneração de carbono na coluna de água da Bacia de Cariaco (Venezuela) foi investigada utilizando um modelo de regressão de alcalinidade total (TA) e a concentração de carbono inorgânico total (TCO2). Produtividade primária (PP) foi determinada a partir da fracção de carbono inorgânico assimiláv...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Marquez, Arístides, Dale, Andrew, Ghinaglia, Luis Troccoli, Monroy, Fabiola López, Senior, William, Ríos, Aida, Karger, Frank Muller, Astor, Yrene, Varela, Ramón
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Brazilian Journal of Oceanography
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/130820
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/bjoce/article/view/130820
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Cariaco Basin
Carbon regeneration
Water column
Coastal upwelling
Bacia de Cariaco
Regeneração de carbono
Coluna de água
Afloramento costeiro
Descrição
Resumo:A regeneração de carbono na coluna de água da Bacia de Cariaco (Venezuela) foi investigada utilizando um modelo de regressão de alcalinidade total (TA) e a concentração de carbono inorgânico total (TCO2). Produtividade primária (PP) foi determinada a partir da fracção de carbono inorgânico assimilável pelo fitoplâncton e a variação da isotérmica de 22 e 23ºC foi utilizada como um indicador de ressurgência costeira. Os resultados indicam que os níveis de CO2 eram os mais baixos (1962 µmol/kg) na superfície e aumentado para 2451 µmol/kg redox abaixo da interface ico-anóxica. A distribuição vertical de regeneração de carbono foi dominada (82%) por carbono orgânico originário do tecido mole de organismos fotossintéticos, enquanto 18% foram originados da dissolução de calcite biogênica. A regeneração do carbono orgânico foi maior na camada superficial de acordo com os valores de produtividade primária. No entanto, na interface ico-anóxica foi detectado um segundo máximo mais intenso (70-80%), gerado pela respiração quimiotrófica de material orgânico por microrganismos. As percentagens nas camadas anóxicas foram menores porque a decomposição aeróbica ocorre mais rapidamente do que a respiração anaeróbica de matérias orgânicas, pois as fracções mais lábeis de carbono orgânico já foram mineralizadas nas camadas superiores.