Diagnóstico molecular e avaliação hematológica de micoplasmas hemotróficos em cães domésticos (Canis familiaris) nas áreas urbana e rural de Araguaína, Tocantins, Brasil
Os hemoparasitos micoplasmas hemotróficos são organismos pleomórficos, epicelulares, Gram negativos, que se localizam na superfície dos eritrócitos de diversas espécies. Em cães, a infecção pelos hemoplasmas pode causar anemia hemolítica na fase aguda, enquanto na doença crônica os sinais em geral s...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRRJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/14192 |
| Acceso en línea: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/14192 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Domestic dogs hemoplasmas haematology Cães domésticos hematologia Medicina Veterinária |
| Sumario: | Os hemoparasitos micoplasmas hemotróficos são organismos pleomórficos, epicelulares, Gram negativos, que se localizam na superfície dos eritrócitos de diversas espécies. Em cães, a infecção pelos hemoplasmas pode causar anemia hemolítica na fase aguda, enquanto na doença crônica os sinais em geral são inaparentes, sendo que a imunossupressão pode desencadear a doença aguda. O presente estudo objetivou detectar molecularmente a presença de infecção pelos agentes micoplasmas hemotróficos em cães domésticos procedentes de áreas urbana e rural de Araguaína, Tocantins e, adicionalmente correlacionar as alterações hematológicas e fatores associados com a infecção natural. Na análise dos resultados obtidos, 2,9% (3/105) dos cães amostrados da área urbana e 24,49% (24/99) da área rural foram positivos pela Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real (qPCR) para Mycoplasma spp. A frequência de infecção das espécies de hemoplasmas pela PCR, utilizando oligonucleotídeos espécie-específicos, foi de 1,9 % (2/105) e 13,26% (13/99) para Mycoplasma haemocanis na área urbana e rural, respectivamente. Não foram observados cães positivos para ‘Candidatus Mycoplasma turicensis’ e ‘Candidatus Mycoplasma haematoparvum’/‘Candidatus Mycoplasma haemominutum’ em ambas as áreas estudadas. No tocante às alterações hematológicas, não houve associação estatística com a infecção por Mycoplasma spp. De modo semelhante, dentre as variáveis analisadas (idade, sexo, padrão racial, limpeza do local e moradia) não foi verificada qualquer correlação estatística com a infecção pelo agente Mycoplasma spp., seja na área urbana ou na rural. Esta constitui a primeira detecção molecular de Mycoplasma haemocanis em cães do Tocantins e abre perspectivas para futuros estudos neste grupo de agentes hemotróficos. |
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