A historicidade do racismo e sua manifestação na comunidade quilombola do Atalho
O racismo no Brasil esteve presente desde muito cedo. Dessa forma, o objetivo deste trabalho é abordar o tema hoje na sociedade. Como metodologia foram utilizadas bibliografias que discorrem sobre o assunto, e visitas à uma Comunidade Quilombola, remanescente dos escravos, onde através de conversas...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Uberlândia (UFU) |
| Repositorio: | Revista Perspectivas em Psicologia (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/52117 |
| Acceso en línea: | https://seer.ufu.br/index.php/perspectivasempsicologia/article/view/52117 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Racismo Negro Escravidão Quilombos |
| Sumario: | O racismo no Brasil esteve presente desde muito cedo. Dessa forma, o objetivo deste trabalho é abordar o tema hoje na sociedade. Como metodologia foram utilizadas bibliografias que discorrem sobre o assunto, e visitas à uma Comunidade Quilombola, remanescente dos escravos, onde através de conversas informais com os moradores, contribuiu para o entendimento pratico do tema, ampliando os conhecimentos sobre os costumes, vivências, sentimentos e necessidades dessa população. Como resultado tem-se que mesmo muitas pessoas afirmando que o racismo não existe, foi possível verificar que sim, ele está presente, mesmo que não de forma exposta, ainda são muitas as pessoas que sofrem em diversas ocasiões, algumas mais extremas, chegando até à morte causada pelo ódio. Assim, essa população marginalizada por todos esses anos, continua resistindo para que permaneça a identidade afrodescendente, através de manifestos em busca de seus direitos. |
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