Monitoramento por entrevistas telefônicas de fatores de risco para doenças crônicas: experiência de Goiânia, Goiás, Brasil

Este estudo descreve alguns resultados do sistema de monitoramento de fatores de risco para doenças crônicas por entrevistas telefônicas no Município de Goiânia, Goiás, Brasil, 2005. Foi estudada amostra probabilística (n = 2.002) da população adulta servida por linhas telefônicas residenciais fixas...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Peixoto, Maria do Rosário Gondim, Monego, Estelamaris Tronco, Alexandre, Veruska Prado, Souza, Rávila Graziany Machado de, Moura, Erly Catarina de
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2008
País:Brasil
Recursos:Universidade de Brasília (UnB)
Repositório:Repositório Institucional da UnB
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.unb.br:10482/27235
Acesso em linha:http://repositorio.unb.br/handle/10482/27235
https://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2008000600013
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Doenças crônicas
Monitoramento
Fatores de risco
Entrevistas
Telefone
Descrição
Resumo:Este estudo descreve alguns resultados do sistema de monitoramento de fatores de risco para doenças crônicas por entrevistas telefônicas no Município de Goiânia, Goiás, Brasil, 2005. Foi estudada amostra probabilística (n = 2.002) da população adulta servida por linhas telefônicas residenciais fixas. Foram analisadas variáveis comportamentais (consumo alimentar, atividade física, tabagismo e consumo de bebida alcoólica), peso e altura referidos e referência a diagnóstico médico de doenças crônicas. Foram calculadas estimativas de prevalência e valores de qui-quadrado. Observou-se baixo consumo de frutas e hortaliças (47,1%), alta freqüência de inatividade física ocupacional (86,6%), no deslocamento para o trabalho (92,6%) e lazer (61,9%), consumo excessivo de bebidas alcoólicas (23,2%), excesso de peso (36,5%), obesidade (10,6%), hipertensão arterial (22,4%), dislipidemias (18,4%) e diabetes (4,4%). A maioria dos fatores de risco apresentou associação inversa com escolaridade e direta com idade, com diferenças significativas entre sexos (p < 0,05). Observou-se alta prevalência dos fatores de risco de doenças crônicas não transmissíveis e de auto-referidas. Aspectos positivos do sistema: baixo custo operacional, possibilidade de monitorar a carga e a tendência das doenças crônicas não transmissíveis no nível local.