CONFLITOS DE USO DO SOLO EM ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO IGARAPÉ-AÇU – PA

O presente trabalho tem como objetivo apresentar um estudo sobre os conflitos de uso do solo em Áreas de Preservação Permanente (APPs) na bacia hidrográfica do rio Igarapé-Açu, Nordeste Paraense. Nesta pesquisa é realizada uma discussão sobre bacias hidrográficas enquanto unidade de planejamento amb...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Santos, Clícia da Silva, Miranda, Lúcio Correia, Bordalo, Carlos Alexandre Leão
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Piauí (UFPI)
Repositorio:Revista Equador
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.10.22.15.19:article/9138
Acceso en línea:https://revistas.ufpi.br/index.php/equador/article/view/9138
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:APP. Uso e ocupação do solo. Bacia hidrográfica. Paisagem.
Descripción
Sumario:O presente trabalho tem como objetivo apresentar um estudo sobre os conflitos de uso do solo em Áreas de Preservação Permanente (APPs) na bacia hidrográfica do rio Igarapé-Açu, Nordeste Paraense. Nesta pesquisa é realizada uma discussão sobre bacias hidrográficas enquanto unidade de planejamento ambiental, bem como os diferentes usos que são estabelecidos no interior da mesma que podem gerar uma série de problemas ambientais, dentre estes a supressão da cobertura vegetal, que corrobora com um descumprimento do que define o Código Florestal Brasileiro (2012). Pretende-se, também, na medida em que se destaca estes usos, relacioná-los ao histórico de ocupação do referido recorte espacial. Para o alcance dos objetivos estabelecidos baseou-se nas revisões da literatura sobre a temática em questão, consultas das normativas instituídas pelas leis ambientais e na elaboração cartográfica com auxílio das técnicas de sensoriamento remoto, destacando o uso da imagem do satélite Landsat 8 do dia 08/07/2017, possibilitando analisar o avanço das produções antrópicas em direção à mata ciliar. Os resultados da pesquisa demonstram um intenso processo de degradação da cobertura vegetal, sendo esta verificada com maior expressividade no alto curso, onde 51,45 % da cobertura que deveria estar preservada foi retirada devido a utilização destas para os usos urbano, agropecuário e da agricultura familiar, caracterizando estas áreas como de conflitos.