Cocriação de valor em instalações esportivas universitárias nos EUA e no Brasil

Com base no fato de que o local indicado para a prática de atividades física é a instalação esportiva e que a teoria da cocriação de valor pode contribuir para uma aproximação entre clientes (usuários de um serviço) e ofertantes de serviços, gerando vantagens para ambos, este estudo buscou responder...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Tavares, Vanessa Carvalho Miranda, de Siqueira, João Paulo Lara, Costa, Benny Kramer, Nascimento, Cinthya da Silva
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2016
Country:Brasil
Institution:Instituto Paulista de Ensino (FIPEN)
Repository:Revista Científica Hermes
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:ojs.revistahermes.com.br:article/244
Online Access:https://revistahermes.com.br/index.php/hermes1/article/view/244
Access Level:Open access
Keyword:Value cocreation. Sports facilities.DART model.
cocriação de valor
instalações esportivas
modelo DART
Description
Summary:Com base no fato de que o local indicado para a prática de atividades física é a instalação esportiva e que a teoria da cocriação de valor pode contribuir para uma aproximação entre clientes (usuários de um serviço) e ofertantes de serviços, gerando vantagens para ambos, este estudo buscou responder à questão “a cocriação de valor é utilizada na gestão das instalações esportivas universitárias?”. O objetivo deste estudo foi identificar evidências de que blocos de Interação entre essas instalações e seus usuários estabelecem um relacionamento cocriativo. O Referencial teórico empregado partiu do modelo DART (Diálogo Acesso, Risco e Transparência) desenvolvido por Prahalad e Ramaswamy (2004). O método empregado foi o empírico, análise de documentos, visitas técnicas e entrevistas com os gestores do Recreation Center da Universidade de Massachusetts Amherst (Umass) e o Centro de Práticas Esportivas da Universidade de São Paulo (CEPE – USP). Os resultados mostraram que nas duas instalações foram identificadas práticas cocriativas, embora seus gestores desconheçam a teoria.