A construção do feminino em “thelma & louise” e em “grand isle”: dois finais, um efeito / The female construction in “thelma & louise” and “grand isle”: two finals, one effect

Em contraponto ao ápice da sexualidade feminina que tomou as telas dos cinemas nos anos 50 (séc.XX), colocando a mulher no lugar de objeto do desejo, surgem duas produções: “Thelma e Louise” (1991), roteirizada por Callie Khouri, e “Grand Isle” (1991), filme dirigido por Mary Lambert, baseado na obr...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Assumpção, Ana Paula Vieira de Andrade, Martins, Luciane Botelho, Campello, Eliane T. A.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/9451
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/9451
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:cinema
“Thelma & Louise”
“Grand Isle”
libertação
gênero.
Descripción
Sumario:Em contraponto ao ápice da sexualidade feminina que tomou as telas dos cinemas nos anos 50 (séc.XX), colocando a mulher no lugar de objeto do desejo, surgem duas produções: “Thelma e Louise” (1991), roteirizada por Callie Khouri, e “Grand Isle” (1991), filme dirigido por Mary Lambert, baseado na obra The awakening, 1899 (O despertar), de Kate Chopin. O que ambos têm em comum? É possível aproximá-los tematicamente devido ao desejo de liberdade das protagonistas femininas e a resistência dessas frente ao modelo tradicional instituído por uma sociedade patriarcal que subjuga as mulheres a exercerem papéis determinados pelo poder masculino. Nossa proposta é a de analisar o processo de construção da ruptura simbólica com convenções socialmente impostas, por meio da escolha das protagonistas - Thelma, Louise e Edna - no momento da morte.