Práticas para mitigação das mudanças climáticas no setor têxtil brasileiro
As indústrias têxteis geram níveis elevados de emissões de gases de efeito estufa, sendo fundamental que adotem práticas para mitigação das mudanças climáticas. Neste sentido, o estudo teve como objetivo geral analisar as práticas para mitigação das mudanças climáticas de indústrias têxteis brasilei...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Sindicato das Secretárias do Estado de São Paulo (SINSESP) |
| Repositorio: | GeSec |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.revistagesec.org.br:article/3376 |
| Acceso en línea: | https://ojs.revistagesec.org.br/secretariado/article/view/3376 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Mudanças Climáticas Mitigação Têxtil Brasil |
| Sumario: | As indústrias têxteis geram níveis elevados de emissões de gases de efeito estufa, sendo fundamental que adotem práticas para mitigação das mudanças climáticas. Neste sentido, o estudo teve como objetivo geral analisar as práticas para mitigação das mudanças climáticas de indústrias têxteis brasileiras. A análise foi realizada através dos dados obtidos com a aplicação de uma pesquisa survey em 38 empresas do setor têxtil brasileiro, em sua maioria de micro e pequeno porte, com respondentes de cargos de direção das empresas. A partir dos dados, foi possível observar com os dados obtidos que a prática mais adota referente ao bloco de mudanças climáticas é a análise de ciclo de vida e a prática menos adotada é a remuneração a partir de metas de mitigação das mudanças climáticas. A respeito dos dados obtidos sobre o bloco de carbono zero, a prática mais adotada foi a de gestão de resíduos e a menos adotada foi o inventário de emissões. |
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