Incidencia de radiodermatitis en pacientes con cáncer de mama durante la radioterapia hipofraccionada

Objetivo: Analisar a incidência, a dose de ocorrência, o grau, a severidade e os fatores de risco associados para o desenvolvimento de radiodermatite, por área da mama irradiada, em mulheres com câncer de mama, durante a radioterapia hipofracionada. Método: Estudo observacional, prospectivo e longit...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Vieira, Larissa Aparecida Corrêa, Menêses, Amanda Gomes de, Bontempo, Priscila de Sousa Maggi, Simino, Giovana Paula Rezende, Ferreira, Elaine Barros, Guerra, Eliete Neves da Silva, Reis, Paula Elaine Diniz dos
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista da Escola de Enfermagem da USP (Online)
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/217583
Acesso em linha:https://www.revistas.usp.br/reeusp/article/view/217583
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Radiodermatiti
Radiotherap
Breast Neoplasm
Oncology Nursin
Radiation Dose Hypofractionation
Radiodermatite
Radioterapia
Neoplasias de Mama
Enfermagem Oncológica
Hipofracionamento da Dose de Radiação
Radiodermatitis
Neoplasias de la Mama
Enfermería Oncológica
Hipofraccionamiento de la Dosis de Radiación
Descrição
Resumo:Objetivo: Analisar a incidência, a dose de ocorrência, o grau, a severidade e os fatores de risco associados para o desenvolvimento de radiodermatite, por área da mama irradiada, em mulheres com câncer de mama, durante a radioterapia hipofracionada. Método: Estudo observacional, prospectivo e longitudinal, conforme diretrizes do Strengthening the Reporting of Observational studies in Epidemiology, realizado entre maio de 2019 e maio de 2021. Resultados: Participaram do estudo 104 mulheres, 73,1% (IC95%: 64–82) desenvolveram sinais de radiodermatite durante o tratamento. A maioria (63,5%, IC95%: 54–73) desenvolveu eritema na região axilar com cerca de 36,5 Grays. Mulheres com mamas volumosas e usuárias de estatinas possuem maior chance de desenvolver radiodermatite. Entretanto, mulheres com a cor da pele classificada como Fototipo III (pele morena clara) possuem menor chance de desenvolver radiodermatite, sendo a cor da pele um fator protetor. Conclusão A incidência de radiodermatite em mulheres com câncer de mama durante a radioterapia hipofracionada é expressiva. Sugere-se, portanto, o desenvolvimento de protocolos para o manejo desta radiotoxicidade, considerando a dose cumulativa e fatores de risco associados.