Superfície de tendência como ferramenta de apoio à RIMAS

O foco deste trabalho foi a utilização de geoestatística na construção de superfícies úteis como ferramenta de apoio ao SIAGAS – Sistema de Informação de Água Subterrânea e à RIMAS Rede Integrada de Monitoramento de Água Subterrânea. Nessa construção foram consideras a cota de nível estático e cota...

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Detalhes bibliográficos
Autores: NÓBREGA II, Marcos, NASCIMENTO, Gerson Flôres, BARBOSA, Francisco de Assis dos Reis, TRAPPEL, Maicon Diego
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Recursos:Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM)
Repositorio:Repositório Institucional de Geociências - RIGEO
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rigeo.sgb.gov.br:doc/16485
Acesso em linha:https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/16485
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:GEOESTATÍSTICA
HIDROGEOLOGIA
ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
AQÜÍFERO JACI-PARANÁ
PORTO VELHO
RONDÔNIA
Descrição
Resumo:O foco deste trabalho foi a utilização de geoestatística na construção de superfícies úteis como ferramenta de apoio ao SIAGAS – Sistema de Informação de Água Subterrânea e à RIMAS Rede Integrada de Monitoramento de Água Subterrânea. Nessa construção foram consideras a cota de nível estático e cota da superfície do solo, no Aquífero Jaciparaná abrangido parcialmente pelo perímetro urbano da cidade de Porto Velho (RO). Após a interpolação das cotas do nível estático e do nível do solo, por meio de regressão polinomial, foram confeccionadas as superfícies de tendência com o algoritmo mínima curvatura de primeira ordem. Com os resultados gráficos foi possível concluir a existência de relação morfológica entre as superfícies topográfica e potenciométrica, e que este tipo de informação é de relevância para implantação de políticas adequadas à gestão do manancial subterrâneo.