Um estudo do processo de criação da obra verbo-pictórica songs of innocence and of experience, de William Blake
William Blake era um caso de dopplebegabung, ou seja, era um artista de talentos múltiplos, no caso, era gravador, pintor desenhista e poeta. Demonstrava aptidão para as artes imagéticas e verbais e intenciou juntar ambas, de maneira inextricável, em sua obra Songs of Innocence and of Experience, a...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/28989 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/28989 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Lingüística, Letras e Artes William Blake Songs of Innocence and of Experience Crítica genética Imagens e ilustrações Palavras e expressões Arte e literatura Genetic Criticism Images and illustrations Words and expressions Art and literature Blake, William, 1757-1827. Songs of innocence and of experience |
| Sumario: | William Blake era um caso de dopplebegabung, ou seja, era um artista de talentos múltiplos, no caso, era gravador, pintor desenhista e poeta. Demonstrava aptidão para as artes imagéticas e verbais e intenciou juntar ambas, de maneira inextricável, em sua obra Songs of Innocence and of Experience, a qual chamamos de verbo-pictórica dada a maneira como foi construída. O presente trabalho tem como objetivo a investigação de como se deu a feitura de uma obra em que textos verbais e pictóricos apresentam-se colocados em uma posição de complementaridade mútua, um ampliando a interpretação do outro. Buscamos observar, através do estudo de manuscritos referentes à obra em questão, se o homem das imagens predominava sobre o homem das letras, se ocorria o inverso, ou ainda, se ambas as habilidades artísticas eram desenvolvidas simultaneamente. Para isso, recorremos à Crítica Genética, campo do conhecimento dedicado ao estudo de processos de criação em geral. Seguindo as diretrizes propostas por tal área do saber, pudemos adentrar no universo dos documentos de processo aos quais tivemos acesso e, assim, fomos capazes de encontrar eixos do processo de criação de Blake, que nos ajudaram a ter uma compreensão, pelo menos parcial, de como funcionava sua mente criadora em ação. |
|---|