Comportamento sazonal de remanescentes de fitofisionomias da Mata Atlântica, bacia do Rio dos Sinos - RS, por meio de NDVI

Esse trabalho analisa o comportamento sazonal de remanescentes de fitofisionomias da Mata Atlântica, na bacia do Sinos, RS. Para tanto, utilizou-se uma série temporal de imagens de NDVI/MODIS entre 2000 e 2011, bem como, o mapeamento de remanescentes de fitofisionomias da Mata Atlântica. Empregou-se...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Costa, Letícia Celise Ballejo da, Guasselli, Laurindo Antônio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/212691
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/212691
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sensoriamento remoto
NDVI
Vegetação : Rio Grande do Sul
Mata Atlântica : Rio Grande do Sul
Remote sensing
Seasonal behavior of vegetation
Atlantic forest
Detección remota
Comportamiento estacional de la vegetación
Mata Atlántica
Descripción
Sumario:Esse trabalho analisa o comportamento sazonal de remanescentes de fitofisionomias da Mata Atlântica, na bacia do Sinos, RS. Para tanto, utilizou-se uma série temporal de imagens de NDVI/MODIS entre 2000 e 2011, bem como, o mapeamento de remanescentes de fitofisionomias da Mata Atlântica. Empregou-se também a Análise por Componentes Principais (ACP). A ACP identificou as imagens de maiores contribuições no inverno e no verão, posteriormente realizou-se o fatiamento dessas imagens em classes de NDVI. Também se elaborou um mapa altimétrico a partir da base digital SRTM. Os resultados mostram que a vegetação mais preservada se concentra nas áreas mais elevadas e íngremes da bacia. Ocorre uma variação do comportamento sazonal de NDVI dos remanescentes florestais influenciado pela variação de temperatura entre as estações do ano. No verão os valores de NDVI aumentam, predominando a classe de 0,8 - 1 de NDVI. Já no inverno, os valores são inferiores, predominantemente 0,6 - 0,7 e 0,7 - 0,8. As baixas temperaturas interferem no comportamento das fitofisionomias, fazendo com que as folhas das árvores caiam, interferindo nos valores de NDVI.