Prevalência de Mansonella Ozzardi em populações Ribeirinhas do Rio Madeira, Humaitá, Amazonas: Prevalence of Mansonella Ozzardi in riparian populations of the Ribeirinhas do Rio Madeira, Humaitá, Amazonas
A Mansonella ozzardi é uma filária humana que tem como vetor dípteros simulídeos e é amplamente distribuída na Amazônia. No Brasil esse parasito foi observado pela primeira fez em uma pesquisa nacional da ocorrência de filariose linfática na cidade de Manaus, Amazonas em 1949. Não...
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2022 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repository: | Revista Veras |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/51237 |
| Online Access: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/51237 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Mansonella ozzardi populações ribeirinhas Amazonas |
| Summary: | A Mansonella ozzardi é uma filária humana que tem como vetor dípteros simulídeos e é amplamente distribuída na Amazônia. No Brasil esse parasito foi observado pela primeira fez em uma pesquisa nacional da ocorrência de filariose linfática na cidade de Manaus, Amazonas em 1949. Não há informações sobre a ocorrência de casos de mansonelose no município de Humaitá. Com o objetivo de determinar a prevalência de M. ozzardi em populações que residem em áreas ribeirinhas, ao longo do Rio Madeira, no Amazonas, foi realizado um estudo epidemiológico de prevalência nessa população. Foram examinados 183 moradores às margens dos rios Madeira, através da técnica da gota espessa de sangue, onde retirou-se aproximadamente 60 µL de sangue, sem uso de anticoagulante. Em seguida, foi feito a gota espessa de sangue. Transcorridas 5 a 10 horas, fez-se a desemoglobinização, corou-se com Giemsa e visualizou-se ao microscópio com aumento de 10 x e 40x. Não foram encontrados indivíduos infectados com M. ozzardi neste estudo. Este fato pode ser explicado pela técnica diagnóstica utilizada no estudo ser de baixa sensibilidade, ou até mesmo a existência de pacientes com baixas microfilaremias. Estudos futuros com técnicas diagnósticas mais sensíveis podem ajudar a esclarecer esta questão. |
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