O diabo visita a tradução? : diálogos de Guimarães Rosa e seu tradutor em torno da autoria.
A correspondência trocada por Guimarães Rosa e seus tradutores revela a construção de uma parceria em busca das melhores estratégias de transposição da ficção rosiana para outras lín- guas. A carta nesses casos configurou-se como um espaço discursivo habitado apenas pela literatura, apostando-se no...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFOP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufop.br:123456789/19628 |
| Acceso en línea: | https://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/19628 https://doi.org/10.5433/1678-2054.2024vol44n1p101 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Guimarães Rosa Cartas Tradução Paratextos |
| Sumario: | A correspondência trocada por Guimarães Rosa e seus tradutores revela a construção de uma parceria em busca das melhores estratégias de transposição da ficção rosiana para outras lín- guas. A carta nesses casos configurou-se como um espaço discursivo habitado apenas pela literatura, apostando-se no diálogo para explicar e encorajar o tradutor. Elabora-se uma dinâmica em que a obra é retomada, observada novamente pelo autor a fim de encontrar redes de enunciação entre línguas e linguagens, experiência que resulta inclusive em novas estratégias ficcionais das narrativas rosianas da década de 1960. É o que vemos na proliferação de paratextos em Tutaméia – Terceiras Estórias, tais como o glossário. A parceria entre autor e tradutor ocorre em função não da repetição, mas da liber- dade criativa que deveria guiar o trabalho de recriação da tradução. |
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