Quem construiu o "Caes do Porto"? As marcas das relações raciais e da superexploração
O centenário porto construído no Rio de Janeiro é obra de engenharia que nos alcança no presente. Neste artigo, objetivamos demonstrar quem eram, como viviam e em que condições laboravam os produtores diretos de tamanha empreitada. Para o entendimento aprofundado deste processo naqueles canteiros de...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Libertas (Juiz de Fora. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufjf.br:article/42315 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufjf.br/index.php/libertas/article/view/42315 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Porto Racismo Superexploração |
| Sumario: | O centenário porto construído no Rio de Janeiro é obra de engenharia que nos alcança no presente. Neste artigo, objetivamos demonstrar quem eram, como viviam e em que condições laboravam os produtores diretos de tamanha empreitada. Para o entendimento aprofundado deste processo naqueles canteiros de obras, sobrelevam-se as socialmente generalizadas marcas das corroídas relações raciais no pós-abolição, bem como está caracterizada a superexploração da força de trabalho engajada em tamanha construção. História e Teoria Social devem responder: quem construiu o “caes do porto”? |
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