General Osorio e a República: um estudo sobre memória e política (1879-1930)
Este trabalho pretende analisar o processo de construção da memória do general Osorio entre os anos de 1879 e 1930. Acreditamos que diante da impossibilidade de se elevar um dos atores envolvidos no golpe de Estado à categoria de herói republicano, mas frente à necessidade da construção do mito de u...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2012 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) |
| Repository: | Repositório Institucional da UFRRJ |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/13980 |
| Online Access: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/13980 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | memória general Osorio República Memory Republic Ciências Humanas |
| Summary: | Este trabalho pretende analisar o processo de construção da memória do general Osorio entre os anos de 1879 e 1930. Acreditamos que diante da impossibilidade de se elevar um dos atores envolvidos no golpe de Estado à categoria de herói republicano, mas frente à necessidade da construção do mito de um herói para a República, Manuel Luís Osorio – o general Osorio – é alçado ao posto de herói do novo regime. Todavia, não foi a República que promoveu a monumentalização do general Osorio. O projeto de construção da memória do general Osorio partiu da Sociedade Riograndense Beneficente e Humanitária, composta por gaúchos residentes no Rio de Janeiro, que tinham o objetivo de exaltar a memória de Manuel Luis Osorio e, através dessa exaltação, engrandecer o Rio Grande do Sul, sua história e tradição. Para tanto, dividimos nossa análise em três fases. A primeira delas compreende os anos de 1879 a 1894, quando um grupo de gaúchos da Sociedade Riograndense Beneficente e Humanitária tem a iniciativa de erguer na capital federal um monumento eqüestre em homenagem ao general Osorio. Na segunda fase, de 1894 a 1920, analisamos como a memória de Osorio deixa de ser gaúcha para torna-se nacional, elevando Osorio à condição de herói do novo regime. E, na terceira fase, após 1920, apontamos que ocorre um declínio dessa memória, mas que esse declínio não é sinônimo de esquecimento. |
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