Bioensaio rápido de determinação da sensibilidade da acetolactato sintase (ALS) a herbicidas inibidores

Foi avaliada a atividade da acetolactato sintase (ALS), em plantas resistentes e suscetíveis de B. pilosa e A. quitensis após a aplicação de herbicidas inibidores da ALS. O método baseia-se na utilização do ácido ciclopropanodicarboxílico (CPCA) para inibir a cetoácido reductoisomerase (KARI), enzim...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Monqueiro, Patrícia Andrea, Christoffoleti, Pedro Jacob
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2001
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Scientia Agrícola (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/21592
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/sa/article/view/21592
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:herbicida
resistência
acetolactato sintase
bioensaio
herbicide
resistance
acetolactate synthase
bioassay
Descrição
Resumo:Foi avaliada a atividade da acetolactato sintase (ALS), em plantas resistentes e suscetíveis de B. pilosa e A. quitensis após a aplicação de herbicidas inibidores da ALS. O método baseia-se na utilização do ácido ciclopropanodicarboxílico (CPCA) para inibir a cetoácido reductoisomerase (KARI), enzima que catalisa a reação seguinte do acetolactato na cadeia de biossíntese dos aminoácidos valina, leucina e isoleucina, provocando assim, o acúmulo de acetolactato, que na presença de um ácido forte forma acetoína. A base para a distinção entre os biotipos resistentes e suscetíveis é a quantidade de acetoína formada, que será maior nos biotipos em que a enzima ALS não sofreu inibição, ou seja, nos biotipos resistentes. A quantificação da acetoína acumulada ocorreu através da formação de um complexo colorido vermelho, devido a reação entre acetoína, creatina e naftol, cuja densidade ótica a 530 nm é proporcional à concentração do acetolactato formado na reação. Sendo assim, foi desenvolvido um ensaio utilizando este método após a aplicação dos herbicidas chlorimuron-ethyl e imazethapyr nos biotipos R e S de Bidens pilosa, Amaranthus quitensis no estádio de dois pares de folhas. O bioensaio demonstrou que a enzima ALS dos biotipos resistentes é insensível aos herbicidas inibidores da ALS e que este tipo de bioensaio é uma forma rápida e eficaz de diferenciação entre biotipos resistentes e suscetíveis.