Esofagectomia torácica parcial no tratamento de leiomioma em esfíncter esofágico inferior de cão.

Tumores esofágicos em cães são raros e dentre estes, o leiomioma é o mais relatado. Os sinais clínicos mais comuns são disfagia, regurgitação e emaciação. Foi atendido no Hospital de Clínicas Veterinárias (HCV) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) um cão da raça Dálmata, macho, oito...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Pinto, Thadeu Mourão, Lopes, Lucila Maria de Almeida, Garcez, Tuane Nerissa Alves, Stedile, Rafael, Beck, Carlos Afonso de Castro, Contesini, Emerson Antônio
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/24036
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/24036
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Leiomioma : Cirurgia
Esfíncter esofágico
Toracotomia
Oncologia veterinaria
Cirurgia veterinaria : Caes
Canine
Cardia
Cancer
Oncology
Thoracotomy
Descrição
Resumo:Tumores esofágicos em cães são raros e dentre estes, o leiomioma é o mais relatado. Os sinais clínicos mais comuns são disfagia, regurgitação e emaciação. Foi atendido no Hospital de Clínicas Veterinárias (HCV) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) um cão da raça Dálmata, macho, oito anos, apresentando sialorreia, regurgitação, vômito, algia abdominal e emaciação. No exame endoscópico visibilizou-se massa tumoral próxima ao esfíncter esofágico inferior e fundo gástrico, e foram coletadas amostras para análise histopatológica, obtendo-se resultado compatível com leiomioma esofágico e hiperplasia gástrica. Realizou-se ressecção esofágica e anastomose esôfago-gástrica. Decorridos três dias de pós-operatório o animal foi a óbito. Na necropsia não foram observadas alterações macroscopicamente significativas e microscopicamente sugeriu-se insuficiência renal. Este relato tem o objetivo de apresentar um caso de leiomioma em esfíncter esofágico inferior em um cão, no qual a terapêutica adotada foi a exerese tumoral por toracotomia.