Estimativa do estoque de biomassa arbustivo arbórea por sensoriamento remoto em áreas de caatinga em Pernambuco
A quantificação do estoque de biomassa vegetal ainda é um desafio em áreas extensas, sobretudo semiáridas. Foram quantificados os estoques de biomassa em áreas de Caatinga em Pernambuco por sensoriamento remoto. Duas cenas do satélite RESOURCESAT 1/LISS III (Lat. -7,55 a -9,08; Long.-38,43 a -36,36)...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/13919 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13919 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | fitomassa geoprocessamento geotecnologia |
| Sumario: | A quantificação do estoque de biomassa vegetal ainda é um desafio em áreas extensas, sobretudo semiáridas. Foram quantificados os estoques de biomassa em áreas de Caatinga em Pernambuco por sensoriamento remoto. Duas cenas do satélite RESOURCESAT 1/LISS III (Lat. -7,55 a -9,08; Long.-38,43 a -36,36) foram usadas para a vetorização de áreas de Caatinga densa e aberta e a criação de três imagens de índices de vegetação (NDVI, SAVI e RS). Foram alocadas 80 parcelas georreferenciadas de 400 m2 para a estimativa das biomassas no campo por alometria. Modelos de regressão entre estas biomassas e cada índice de vegetação foram desenvolvidos. Considerando-se soma e média de quadrados do resíduo, valores de p, coeficiente de determinação e critério de informação de Akaike, o melhor modelo foi com o NDVI. A equação foi usada para estimar a biomassa da vegetação em 68 municípios do Agreste e do Sertão Pernambucano. A área de vegetação nativa arbórea e arbustiva ocupava 64,5% do total imageado, sendo 36% de Caatinga densa e 28% de Caatinga aberta. A maior parte da área (80%) teve biomassa entre 23 e 50 Mg ha-1, com erro relativo de 17%. Os erros foram maiores nas áreas com biomassas superiores a 50 Mg ha-1, parte delas de matas serranas. |
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