Ocupar, lutar e (r)existir: notas etnográficas em duas ocupações
Este texto se inscreve no contexto dos inúmeros protestos e manifestações dos movimentos sociais, recorrentes da crise política e econômica do país e da greve de funcionários, estudantes e professores na Universidade de São Paulo.1 Nossos campos foram realizados em duas ocupações, organizadas por mo...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Ponto Urbe |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/218530 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/pontourbe/article/view/218530 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | política ocupação movimento social sem-teto Antropologia Urbana Antropologia Ponto Urbe Etnografia |
| Sumario: | Este texto se inscreve no contexto dos inúmeros protestos e manifestações dos movimentos sociais, recorrentes da crise política e econômica do país e da greve de funcionários, estudantes e professores na Universidade de São Paulo.1 Nossos campos foram realizados em duas ocupações, organizadas por movimentos sociais de moradia distintos. O resultado é uma breve etnografia escrita a quatro mãos. O primeiro relato foi realizado na Ocupação Mauá, região central da cidade de São Paulo, no bairro da Luz; o outro, na ocupação Hugo Chávez, 30km do primeiro, no bairro periférico de Guarulhos, no Jardim Ponte Alta I. |
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