ORCHIDACEAE JUSS. NA SERRA DE ITABAIANA, SERGIPE, BRASIL

A Serra de Itabaiana está situada próxima à costa de Sergipe, nos municípios de Areia Branca e Itabaiana, sendo uma das unidades do Parque Nacional Serra de Itabaiana e caracteriza-se por estar inserida em uma zona de ecótono. Orchidaceae Juss. é uma das famílias mais diversificadas no mundo, sendo...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Pessoa, Edlley Max, Alves, Marccus
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2011
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA)
Repository:Revista Caatinga
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.ufersa.edu.br:article/2026
Online Access:https://periodicos.ufersa.edu.br/caatinga/article/view/2026
Access Level:Open access
Keyword:Inventário Florístico. Ecótono. Caatinga. Floresta atlântica. Taxonomia.
Description
Summary:A Serra de Itabaiana está situada próxima à costa de Sergipe, nos municípios de Areia Branca e Itabaiana, sendo uma das unidades do Parque Nacional Serra de Itabaiana e caracteriza-se por estar inserida em uma zona de ecótono. Orchidaceae Juss. é uma das famílias mais diversificadas no mundo, sendo considerada na área uma das mais representativas em número de espécies. Este trabalho consistiu no levantamento taxonômico de Orchidaceae ocorrentes na Serra de Itabaiana, Sergipe. Foram realizadas seis expedições entre julho de 2006 e janeiro de 2009, nos diversos ambientes da área de estudo, contemplando os períodos seco e chuvoso. As amostras foram incorporadas à coleção do Herbário UFP, e as duplicatas enviadas aos Herbários ASE, BHCB, HUEFS e RB. Foram encontradas 25 espécies distribuídas em 17 gêneros, sendo Habenaria (5 spp.) e Epidendrum (3 spp.) os mais representativos, correspondendo a cerca de 70% das espécies de orquídeas registradas para Sergipe, sendo 14 novos registros para a flora do estado (ver Flora do Brasil, www.jbrj.gov.br). A ocorrência de um grande número de espécies da família, sendo cinco delas endêmicas do Brasil, justifica a a área ser uma Unidade de Conservação e reforça a necessidade de inventários florístico-taxonômicos para melhor amostragem e conhecimento da real diversidade da família na Região Nordeste.