Parasitismo Humano por Carrapatos na Mata Atlântica, Rio de Janeiro, Brasil

Entre janeiro de 1997 e dezembro de 2007 foi realizada uma investigação epidemiológica objetivando identificar casos de parasitismo por carrapatos em humanos na comunidade que invadiu e está ocupando Área de Proteção Ambiental – (APA), entre o "Parque Estadual do Maciço da Pedra Branca" e...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Serra-Freire, Nicolau Maués, Sena, Laura Morena Mendes de, Borsoi, Ana Beatriz Pais
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2010
País:Brasil
Recursos:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositório:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/20161
Acesso em linha:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/20161
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:carrapato
humano
Parque estadual da Pedra Branca
Ixodidae
Descrição
Resumo:Entre janeiro de 1997 e dezembro de 2007 foi realizada uma investigação epidemiológica objetivando identificar casos de parasitismo por carrapatos em humanos na comunidade que invadiu e está ocupando Área de Proteção Ambiental – (APA), entre o "Parque Estadual do Maciço da Pedra Branca" e o "Parque Nacional da Floresta da Tijuca" na cidade do Rio de Janeiro, RJ. Foram comprovados 6.072 casos de ixodidose, relacionados às espécies: Amblyomma aureolatum (Pallas), Amblyomma cajennense (Fabricius), Amblyomma dubitatum Neumann, Amblyomma ovale Kock, Amblyomma varium Kock, Ixodes loricatus Neumann e Rhipicephalus sanguineus (Latreille) em relação parasitária com moradores do espaço trabalhado. Foram calculados indicadores de saúde relacionados ao coeficiente de prevalência, índice de abundância, coeficiente de dominância, intensidade média de parasitismo, e coeficiente de correlação entre o parasitismo e o sexo, faixa etária, atividade social dos infectados, o risco relativo, e o risco atribuível para o parasitismo, e desenvolvida estatística descritiva para visualização do fenômeno, e estatística analítica dos dados para dar suporte às conclusões. Foi salientada a importância destas espécies de ixodídeos na transmissão de patógenos, bioagentes de doenças infecciosas reincidentes, ou de recém introdução no espaço geopolítico brasileiro.