Controle de anaplasmose bovina através de imunização com Anaplasma Centrale
A anaplasmose bovina é uma das principais causas de perdas produtivas e mortes no Rio Grande do Sul em rebanhos bovinos. O Anaplasma marginale é o principal agente causador da enfermidade e provoca hipertermia, anemia, prostração, abortos e perdas produtivas nos animais acometidos. Tendo em vista o...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/132679 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/132679 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Anaplasma marginale Anaplasma centrale Imunização Anaplasmose Immunization Anaplasmosis Bovine |
| Sumario: | A anaplasmose bovina é uma das principais causas de perdas produtivas e mortes no Rio Grande do Sul em rebanhos bovinos. O Anaplasma marginale é o principal agente causador da enfermidade e provoca hipertermia, anemia, prostração, abortos e perdas produtivas nos animais acometidos. Tendo em vista o controle deste hemoparasita em uma propriedade leiteira localizada no município de Eldorado do Sul no Rio Grande do Sul, na qual a incidência da doença era alta, 473 animais foram imunizados com Anaplasma centrale na busca de desenvolvimento cruzado para Anaplasma marginale. No experimento foram verificadas que a incidência que normalmente era acima de 30% na propriedade passou para níveis inferires a 5%. No entanto, foram verificados abortos decorrentes da imunização, principalmente nos animais que possuíam menos de 90 dias de prenhes. Já o número de mortes globais na fazenda caiu consideravelmente tendo em vista que a principal causa de morte era a anaplasmose bovina. Dos animais inoculados com A. centrale em torno de 15% apresentaram sintomatologia clínica da enfermidade e precisaram ser tratados com oxitetraciclina no período entre 15 e 30 dias após a imunização. O custo com tratamento empregado na propriedade posterior à imunização caiu em torno de 85% o que provocou impacto significativo economicamente na propriedade. |
|---|