Adaptações morfofisiológicas de croton blanchetianus bail em condições de semiáriod pernambucano
interferência antrópica no meio, as plantas se deparam com as variações naturais dos parâmetros ambientais, conhecida como sazonalidade, que consiste nas mudanças nos fatores ambientais ao longo das estações e pode ser bem observado nas regiões de climas semiáridos,. Além das variações naturais, ess...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/12588 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12588 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Caatinga Croton blanchetianus Bail sazonalidade |
| Sumario: | interferência antrópica no meio, as plantas se deparam com as variações naturais dos parâmetros ambientais, conhecida como sazonalidade, que consiste nas mudanças nos fatores ambientais ao longo das estações e pode ser bem observado nas regiões de climas semiáridos,. Além das variações naturais, essas regiões d clima semiárido apresentam um alto grau de antropização, que pode ser evidenciado pela presença de áreas com alto risco de desertificação.. Nesse contexto insere-se Croton blanchetianus Bail. Conhecida popularmente como marmeleiro preto, C. blanchetianus é um arbusto muito comum na região nordeste do Brasil, sendo uma espécie amplamente dispersa, formando densas populações. Por ser adaptada às condições drásticas do ambiente, essa espécie é vista como de extrema importância para a manutenção do balanço ecológico da região. Nesse contexto, O objetivo do presente trabalho foi analisar as adaptações morfofisiológicas de C. blanchetianus cultivadas em ambiente natural na Caatinga pernambucana sob duas condições de luminosidade. O experimento foi realizado com plantas cultivadas a pleno sol e sob sombreamento natural (<70%), dentro de um fragmento de Caatinga com diferentes graus de antropização,. durante o período de um ano. Foram realizadas medidas de trocas gasosas, análises bioquímicas do tecido vegetal, análise de isótopos de carbono e nitrogênio (δ13C e δ15 N), conteúdo total de nitrogênio foliar e área foliar unitária e específica. Os valores de PN foram maiores durante a estação chuvosa, alcançando os maiores valores no mês de maio. gs e E mostraram picos significativos na estação chuvosa e na intersecção entre a estação chuvosa e seca. Os compostos bioquímicos de maneira geral apresentaram maiores valores na estação chuvosa, com decréscimo na estação seca, com exceção de prolina, H2O2 e MDA (aldeído malônico), que se apresentaram em maior quantidade na estação seca. O teor de nitrogênio foliar seguiu o mesmo padrão da maioria dos compostos bioquímicos, com maiores valores durante a estação chuvosa. As clorofilas totais seguiram esse mesmo padrão, enquanto os carotenóides totais apresentaram um perfil inverso, com maiores valores na estação seca. A área foliar unitária foi maior durante a estação chuvosa, devido, principalmente a maior cobertura vegetal, fato evidenciado pela maior área foliar nas plantas sombreadas em relação aquelas a pleno sol. A área foliar específica, como uma razão entre a área foliar o sua massa, foi maior durante a estação chuvosa, porém com fortes decréscimos durante a estação seca |
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