Ocupações no Sul de Minas: autogestão, formação política e diálogo intergeracional
Em reação à Medida Provisória que reforma o Ensino Médio, e à Proposta de Emenda Constitucional que congela os gastos sociais do Estado, ocupações por estudantes de escolas de Ensino Médio e universidades passaram a ocorrer em diversos estados do Brasil, a partir de setembro de 2016. Ocupações em es...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | ETD - Educação Temática Digital |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8647616 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8647616 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Movimento estudantil. Autogestão. Formação política. Diálogo intergeracional. Movimento estudantil Ocupações - Aspectos sociológicos Escolas Movimentos sociais. |
| Sumario: | Em reação à Medida Provisória que reforma o Ensino Médio, e à Proposta de Emenda Constitucional que congela os gastos sociais do Estado, ocupações por estudantes de escolas de Ensino Médio e universidades passaram a ocorrer em diversos estados do Brasil, a partir de setembro de 2016. Ocupações em escolas e em uma universidade do Sul de Minas Gerais foram investigadas por meio de pesquisa de campo pelos autores, com dados interpretados a partir de referencial teórico acerca dos conceitos de autogestão, formação política e diálogo intergeracional, buscando compreender aspectos educativos relevantes destes movimentos juvenis. Os resultados indicam a importância da imersão dos sujeitos investigadores na realidade impactante de um movimento social, o que, com a ajuda de um uso rigoroso de um referencial teórico estudado pelo Grupo que realizou esta investigação, traz resultados acerca do vigor formativo das ocupações, os quais podem contribuir com a autorreflexão deste movimento. Entre os resultados, a capacidade de auto-organização do espaço e das atividades educativas pelos próprios jovens estudantes, bem como a construção de uma formação política baseada na horizontalidade das relações e em profícuo diálogo intergeracional. |
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