Infância, inventos e boneca de pano

Na mostra A Mão do Povo Brasileiro, apresentada em 1969, Lina Bo Bardi exibe um nicho, entre vários, dedicado às bonecas de pano. Estas apresentam estética espontânea em sua feitura, o que lhes assegura especificidade. No Brasil, a boneca de pano resistiu culturalmente pelos diferentes desempenhos:...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Macieira, Cássia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB)
Repositorio:Revista de Arqueologia
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.revista.sabnet.org:article/589
Acceso en línea:https://revista.sabnet.org/ojs/index.php/sab/article/view/589
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Infância
Artefato Lúdico
Boneca de Pano
Descripción
Sumario:Na mostra A Mão do Povo Brasileiro, apresentada em 1969, Lina Bo Bardi exibe um nicho, entre vários, dedicado às bonecas de pano. Estas apresentam estética espontânea em sua feitura, o que lhes assegura especificidade. No Brasil, a boneca de pano resistiu culturalmente pelos diferentes desempenhos: ofício doméstico, afeto, valor cultural, programas de incentivo artesanal, fonte de renda familiar e de grupo, mercadoria de valor agregado, consumo conspícuo e bem simbólico. Busca-se, contudo, a compreensão da configuração política desse artefato poético da infância, como dispositivo de afeto pela práxis da artesã.