Segurança de obras raras como possível objeto de estudo da Ciência da Informação

Não há um consenso sobre os limites de atuação da Ciência da Informação, como também não há uma definição assertiva para o próprio conceito de informação. Por meio da análise de algumas definições de Ciência da Informação e de conceitos de informação na literatura da área, este trabalho busca justif...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Greenhalgh, Raphael Diego, Manini, Miriam Paula
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2013
País:Brasil
Recursos:Universidade de Brasília (UnB)
Repositório:Repositório Institucional da UnB
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.unb.br:10482/28819
Acesso em linha:http://repositorio.unb.br/handle/10482/28819
https://dx.doi.org/10.1590/S0103-37862013000300008
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Biblioteconomia
Ciência da informação
Obras raras
Segurança contra roubo
Descrição
Resumo:Não há um consenso sobre os limites de atuação da Ciência da Informação, como também não há uma definição assertiva para o próprio conceito de informação. Por meio da análise de algumas definições de Ciência da Informação e de conceitos de informação na literatura da área, este trabalho busca justificar a segurança contra roubo ou furto de Obras Raras como possível objeto de estudo da Ciência da Informação. São abordadas as características do livro raro como documento dotado de memória individual e coletiva, transcendendo a ideia do livro como mero suporte de informação, percebendo-o como objeto informacional. Essa percepção se dá a partir das ideias de Buckland, juntamente com os paradigmas descritos por Capurro, que, principalmente com relação ao paradigma físico, mostra a Ciência da Informação preocupada com as necessidades de informação focadas no documento, ou seja, com a informação emitida por meio de objetos com valor informacional.