Em busca de um modelo de acessibilidade audiovisual para cegos no Brasil: um projeto piloto
Apesar da Lei no. 10.098/2000 ter assegurado aos portadores de deficiência auditiva e visual o livre acesso aos meios de comunicação, foi apenas em 2004 que o Decreto no. 5.296 determinou a implantação de três sistemas que garantem o amplo acesso desses cidadãos ao audiovisual. Contudo, só em março...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | TradTerm (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/47473 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/tradterm/article/view/47473 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Tradução audiovisual audiodescrição acessibilidade cegos deficientes visuais. Audiovisual translation audiodescription accessibility blind visually impaired. |
| Sumario: | Apesar da Lei no. 10.098/2000 ter assegurado aos portadores de deficiência auditiva e visual o livre acesso aos meios de comunicação, foi apenas em 2004 que o Decreto no. 5.296 determinou a implantação de três sistemas que garantem o amplo acesso desses cidadãos ao audiovisual. Contudo, só em março de 2006, após mais duas modificações, este decreto começou a ser amplamente discutido. A questão da acessibilidade audiovisual não é simples para um país em desenvolvimento, porque implica em alto investimento em tecnologia e em recursos humanos. Em se tratando deste último, vale perguntar como a formação de profissionais em acessibilidade audiovisual se dará. Este artigo revela o esforço pioneiro de um grupo de pesquisa em tradução audiovisual da Universidade Federal da Bahia para introduzir a questão da acessibilidade na universidade, especialmente no que se refere aos cegos e deficientes visuais. O artigo relata os resultados da primeira fase de um projeto piloto (etapa Salvador), o qual busca elaborar um modelo de audiodescrição que vá de encontro às necessidades e preferências do público deficiente visual brasileiro. |
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