Comprometimento e entrincheiramento organizacional: explorando as relações entre os construtos
Este estudo teve como objetivo verificar as relações existentes entre as bases dos construtos: Comprometimento Organizacional e Entrincheiramento Organizacional. Para tanto, realizou-se uma survey de caráter quantitativo com 392 servidores técnicos administrativos de uma Universidade Federal, aos qu...
| Autores: | , , , , , |
|---|---|
| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/21827 |
| Acesso em linha: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/21827 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Comprometimento Organizacional Entrincheiramento organizacional Vínculo organizacional Comprometimento Instrumental Comprometimento afetivo |
| Resumo: | Este estudo teve como objetivo verificar as relações existentes entre as bases dos construtos: Comprometimento Organizacional e Entrincheiramento Organizacional. Para tanto, realizou-se uma survey de caráter quantitativo com 392 servidores técnicos administrativos de uma Universidade Federal, aos quais foi aplicado um questionário contendo escalas validadas para o contexto brasileiro. Os dados foram analisados utilizando-se análise de correlações para verificar as associações entre as dimensões constitutivas dos dois construtos. Os principais resultados mostraram uma moderada correlação das bases instrumental e normativa do comprometimento, revelando a ambiguidade que cerca a definição dessas bases do modelo proposto por Meyer e Allen (1991). A base instrumental e a base afetiva apresentaram baixa correlação reforçando a ideia de que não devem ser tratadas como duas dimensões de um mesmo construto. Além disso, o comprometimento afetivo não se correlacionou com o entrincheiramento, mostrando ser um vínculo distinto. Tais resultados fortalecem a proposta de que o comprometimento deve ser tratado como um construto unidimensional (restrito à base afetiva), enquanto a base instrumental ou de continuação deve ser considerada um construto distinto denominado entrincheiramento organizacional. |
|---|