"Como é que não me dei conta disso?" transformando dor em luta: os feminismos como forma de empoderamento de mulheres que vivenciaram violências de gênero
O presente estudo consistiu em analisar o processo de empoderamento de mulheres que vivenciaram violências de gênero e encontraram nos feminismos um caminho possível de superação. A partir da escuta da história de vida de mulheres autodeclaradas feministas, a pesquisa pretendeu, portanto, investigar...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/41224 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41224 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS Violências de gênero Feminismos Feministas Empoderamento Gender violence Feminisms Feminists Empowerment |
| Sumario: | O presente estudo consistiu em analisar o processo de empoderamento de mulheres que vivenciaram violências de gênero e encontraram nos feminismos um caminho possível de superação. A partir da escuta da história de vida de mulheres autodeclaradas feministas, a pesquisa pretendeu, portanto, investigar como se deu o encontro das mulheres com os feminismos, identificar subjetividades no descobrir-se feminista, compreender as vivências a partir dos atravessamentos das violências de gênero e conhecer quais estratégias são utilizadas para o alcance a outras mulheres. A articulação teórica envolveu contribuições de bell hooks, Leone Walker, Joice Berth, Cecília Sardemberg, com destaque para as psicólogas do campo da psicologia feminista Grada Kilomba, Valeska Zanello e Conceição Nogueira. A metodologia utilizada teve caráter qualitativo e a coleta de dados feita a partir do método de história de vida com cinco entrevistadas na modalidade remota. Foram criadas cinco categorias de análise, sendo elas intituladas, Vivências e o atravessamento das violências de gênero; Conhecendo o feminismo, o primeiro contato; Tornando-se feminista, um (re) encontro de si; “Eu era feminista sem saber”; Lutas, desafios e o alcance a outras mulheres. Sendo a análise dos dados alinhada ao método de análise de conteúdo de Laurence Bardin. Os resultados encontrados nesta pesquisa confirmam que, de fato, os feminismos se mostraram uma grande potência transformadora na vida das mulheres com histórico de violências, intervindo significativamente, na autonomia, no reconhecimento de si, influenciando e potencializando um modo de pensar crítico, de ser e estar no mundo. Para, além disso, a influência do pensamento feminista fortaleceu a compreensão de que o pessoal também é político, e que o empoderamento não é apenas um processo individual, mas principalmente, construído coletivamente. |
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