Monitoramento de fauna em mata preservada: discussões acerca da valorização desse ecossistema

O presente trabalho está relacionado à disciplina de Inventário de Fauna II do Curso de Ciências Ambientais da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI/ Santiago em parceria com a 11ª Companhia de Comunicações Mecanizada (Cia Com Mec). Teve como objetivo realizar o levanta...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Amaral, Cisnara Pires, Munaretto, Alexandra de Oliveira, Gonçalves, Lucas da Silva, Oliveira, Sabrina Barbosa, Bahú, Raquel Noronha, Delevati, Jonas Medeiros, Brum, Gabriel Saboia, Cadó, Breno Antunes
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Recursos:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/57867
Acesso em linha:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/57867
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:fauna silvestre
monitoramento
espécies ameaçadas
Descrição
Resumo:O presente trabalho está relacionado à disciplina de Inventário de Fauna II do Curso de Ciências Ambientais da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI/ Santiago em parceria com a 11ª Companhia de Comunicações Mecanizada (Cia Com Mec). Teve como objetivo realizar o levantamento de fauna encontrada na região, verificando possíveis ações antrópicas que possam interferir na manutenção do equilíbrio e sustentabilidade do meio; além da construção de valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes a partir de atividades de pesquisa desenvolvidas no local. Durante a atividade, os acadêmicos fizeram o reconhecimento da área, estipularam pontos para colocação de câmera TRAP para verificação de imagens fotográficas durante 5 meses. O levantamento demonstrou que os animais silvestres encontrados encontram-se na categoria LC (menos preocupante), que na área pesquisada foi encontrado indício de gato, não identificado, porém salienta-se que existem registros do gato maracajá no local, classificado como VU (vulnerável), que foi capturado pelas imagens fotográficas uma espécie exótica invasora, especificadamente Sus scrofa. Notou-se que o local continua bem preservado, apesar das construções nos arredores, que serve para a manutenção da pesquisa, que são necessárias ações ambientais para que a comunidade valorize, conheça e compreenda o nicho ecológico das espécies que ali habitam, que levantamentos faunísticos corroboram para a compreensão sobre biodiversidade local, que são necessárias mais pesquisas em relação a identificação das espécies e que as ações antrópicas colocam em risco os ecossistemas, principalmente com a identificação da espécie invasora.