O Romantismo resistente e o classicismo possível: princípios estéticos na poesia moderna brasileira e sua subversão na obra tardia de Mário Faustino
A partir da leitura de textos de Tasso, Schiller e Mallarmé, analisados segundo suas relações com a questão da objetividade na poesia, pretende-se identificar alguns dos princípios estéticos supostamente dominantes da poesia moderna brasileira para, em seguida, demonstrar o quão amplas podem ser, di...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/7244 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7244 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | poesia brasileira modernidade classicismo romantismo Mário Faustino |
| Sumario: | A partir da leitura de textos de Tasso, Schiller e Mallarmé, analisados segundo suas relações com a questão da objetividade na poesia, pretende-se identificar alguns dos princípios estéticos supostamente dominantes da poesia moderna brasileira para, em seguida, demonstrar o quão amplas podem ser, diante dos mesmos, as implicações tanto estéticas quanto filosóficas de um dos últimos projetos de Mário Faustino (1930-1962), o inconcluso Fragmentos de uma obra em progresso. As contribuições daqueles três autores constituiriam um arcabouço válido para a identificação de duas poéticas distintas em nossa modernidade: uma inaugurada pelos Fragmentos, que subverteria princípios da poesia moderna ao reabilitar certas concepções e práticas estilísticas préromânticas, e uma outra, que irmanaria poetas tão díspares quanto Drummond, Cabral e Jorge de Lima |
|---|