Abnormal Vaginal Flora in Low-Risk Pregnant Women Cared for by a Public Health Service: prevalence and Association with Symptoms and Findings from Gynecological Exams

Objetivou-se identificar a prevalência das alterações de flora vaginal em gestantes de baixo risco, sua associação à sintomatologia referida e exame ginecológico. É estudo quantitativo, descritivo e transversal, desenvolvido no serviço público de atenção básica de Botucatu, SP, no período de 2006 a...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Gondo, Danielle Cristina Alves Feitosa, Duarte, Marli Teresinha Cassamassimo, Silva, Márcia Guimarães da, Parada, Cristina Maria Garcia de Lima
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2010
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositório:Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online)
Idioma:inglês
português
espanhol
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/4239
Acesso em linha:https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/4239
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Vaginose Bacteriana
Candidíase Vulvovaginal
Gravidez
Prevalência
Vaginosis Bacteriana
Candidíasis Vulvovaginal
Embarazo
Prevalencia
Vaginosis
Bacterial
Candidiases
Vulvovaginal
Pregnancy
Prevalence
Descrição
Resumo:Objetivou-se identificar a prevalência das alterações de flora vaginal em gestantes de baixo risco, sua associação à sintomatologia referida e exame ginecológico. É estudo quantitativo, descritivo e transversal, desenvolvido no serviço público de atenção básica de Botucatu, SP, no período de 2006 a 2008, com 289 gestantes, amostradas de forma estratificada por unidade. Realizou-se exame do conteúdo vaginal, utilizando-se coloração pelo método de Gram e pesquisa de Trichomonas vaginalis em meio líquido de Diamond. Desconsiderando-se as associações, a prevalência de flora vaginal alterada foi de 49,5%, sendo as mais frequentes: vaginose bacteriana (20,7%), candidíase vaginal (11,8%) e flora intermediária (11,1%). Os dados apontam elevada prevalência das alterações de flora vaginal, com pouca associação à sintomatologia, mas associação com achados do exame ginecológico. Considerando-se as repercussões maternas e perinatais indesejáveis e a prática laboratorial exequível, sugere-se o estabelecimento de rotina para diagnóstico das alterações de flora vaginal em gestantes de baixo risco.