A acessibilidade no ensino da matemática para alunos com deficiência visual na educação básica: um estudo bibliográfico

O Brasil possui uma das legislações mais completas referentes à inclusão escolar, no entanto, vivencia, cotidianamente, em suas instituições educativas e junto a seus profissionais, desafios para implantação efetiva da inclusão. Um desses desafios é o ensino de Matemática para o aluno com deficiênci...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Rodrigues, Maria Rosa Delmasso
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/255524
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/11449/255524
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Recursos didáticos
Deficiência visual
Acessibilidade no ensino da matemática
Didactic resources
Visual impairment
Accessibility in mathematics teaching
Descripción
Sumario:O Brasil possui uma das legislações mais completas referentes à inclusão escolar, no entanto, vivencia, cotidianamente, em suas instituições educativas e junto a seus profissionais, desafios para implantação efetiva da inclusão. Um desses desafios é o ensino de Matemática para o aluno com deficiência visual. O objetivo geral do presente estudo consistiu em analisar as pesquisas que abordam o tema da acessibilidade, em relação às metodologias e aos recursos didáticos utilizados no ensino da Matemática para os alunos com deficiência visual, na Educação Básica. Para tanto, as bases de dados Oasis, SciELO e BDTD foram exploradas por meio dos descritores: recursos didáticos manipulativos, deficiência visual e acessibilidade no ensino da Matemática, no período de 2010 a 2021. Vinte trabalhos foram encontrados e os principais resultados indicam que: a região Sul do País é a que concentra o maior número de pesquisas na área; 50% dos estudos foram desenvolvidos no Ensino Médio, em salas de aula regulares (30%) e salas de Atendimento Educacional Especializado (30%). Ainda, o conteúdo mais abordado nas investigações foi a geometria (23,9%) e os métodos utilizados para promover a acessibilidade são alternativos (35,3%). Este último dado pode indicar fragilidade no processo de inclusão dos alunos com deficiência visual, pois recursos desenvolvidos especificamente para esse tipo de acessibilidade aparecem em menor percentual nas investigações. Reflexões sobre a importância da formação do professor, o ensino de Matemática e a acessibilidade para o aluno deficiente visual também são abordadas no trabalho.