Dinâmica da vegetação através do índice de vegetação e sua relação com variáveis meteorológicas no município de Ingá-PB
As mudanças ocorridas no uso e cobertura da terra, suas causas e consequências, têm sido analisadas através de alguns métodos, no intuito de buscar medidas que possibilitem, por exemplo, melhoria na qualidade do ar e do solo, bem como o aumento na biodiversidade da fauna e flora. Devido a importânci...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UEPB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede.bc.uepb.edu.br:tede/3287 |
| Acceso en línea: | http://tede.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/tede/3287 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Geoprocessamento Sensoriamento remoto Evapotranspiração Índice de vegetação Evapotranspiration Remote sensing ENGENHARIAS::ENGENHARIA SANITARIA |
| Sumario: | As mudanças ocorridas no uso e cobertura da terra, suas causas e consequências, têm sido analisadas através de alguns métodos, no intuito de buscar medidas que possibilitem, por exemplo, melhoria na qualidade do ar e do solo, bem como o aumento na biodiversidade da fauna e flora. Devido a importância da vegetação, principalmente na qualidade do ar e do solo, faz necessário o monitoramento de seu comportamento. Nessa perspectiva, o objetivo do trabalho foi analisar a dinâmica da vegetação no município de Ingá-PB através do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) e qual sua relação com as variáveis meteorológicas (precipitação pluviométrica, temperatura de superfície terrestre e evapotranspiração). Foram utilizados os dados de vegetação do produto MOD13Q1, os dados de temperatura de superfície terrestre do produto MOD11A2, os dados de evapotranspiração do produto MOD16A2 do sensor MODIS/TERRA, totalizando 268 imagens, e dados históricos mensais de precipitação pluviométrica obtidos pela Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba, no período de 2012 a 2016. A utilização dos dados de precipitação permitiu identificar os meses mais chuvosos (junho e julho) os meses de estiagem (novembro e dezembro) e os meses de baixa precipitação (janeiro, fevereiro, março e abril). É no período de estiagem que as plantas tendem a perder suas folhas, como forma de sobreviver ao período de escassez de água, evitando a desidratação por meio da transpiração. Porém, no período chuvoso essas plantas apresentam uma regeneração biológica, voltando a desenvolver suas atividades fotossintéticas. É nesse período também que a vegetação acumula os nutrientes necessários à sobrevivência no período de estiagem. Observou-se, por meio dos resultados, que houve uma diminuição nos valores do índice de vegetação, e um aumento na temperatura, para períodos com baixa precipitação, enquanto que nos períodos de elevada precipitação ocorre aumento no NDVI e arrefecimento na temperatura de superfície. Dentre as variáveis observadas, a que melhor explica o comportamento do NDVI, de modo geral, é a evapotranspiração, com exceção do mês de dezembro, devido as especificações do produto MOD16. Dessa forma, verifica-se uma explicação considerável da dinâmica da vegetação através dessas variáveis climáticas, embora seja necessária uma análise de outras variáveis que possam interferir em seu comportamento. O NDVI corresponde bem à análise da dinâmica da vegetação no que tange o acompanhamento de sua alteração espaço-temporal e que facilita a compreensão gerando resultados satisfatórios para os estudos acerca da dinâmica vegetativa em resposta às condições climáticas e variáveis ambientais. Por meio de técnicas de sensoriamento remoto é possível contribuir para a formação de um banco de dados que atenda às necessidades existentes para melhorar o planejamento ambiental de regiões que dispõem de poucos dados ambientais de fácil acesso. |
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